Aqui fica o resumo da história de um suporte que nunca vingou, um pouco a repetição do sistema BETA, também da Sony, mas que tinha tudo para ser um sucesso.
A fórmula de compressão, muito melhor que qualquer mp3 da vida, a qualidade generalizada dos aparelhos comercializados e, vá lá, o fetichismo que os mesmos provocavam, pela sua beleza, fazia adivinhar um futuro risonho para a tecnologia.
Nada disso se passou,
No entanto, ainda assim, muito material foi produzido (aparelhos de leitura / gravação, minidiscos, etc.) e, na sociedade de consumo que vivemos o inevitável aconteceu também com o minidisc: hordas de amadores e coleccionadores têm ,nos últimos anos assaltado o mercada, elevando os preços à enésima potência, um pouco à semelhança dos preços da habitação em Portugal.
No meu caso consegui adquirir alguns suportes (minidiscos) e 4 ou 5 bons leitores / gravadores. Antes de os mostrar aqui, deixo o resumo ilustrado da história desta tecnologia.
E mais importante, continuo a usar, gravar e ouvir. A qualidade de som que se obtém com um bom leitor é fantástica, o que adicionado à portabilidade e conveniência da tecnologia deixa os outros formatos (portáteis) a uma distância enorme atrás.
Comecem também vocês, já hoje, a explorar o mundo secreto do minidisc e não se arrependerão. Quanto mais se atrasarem mais terão de pagar, o que é mau :-)
Visual Guide to Sony’s MiniDisc (1992–2006)
From First Machines to Final Form
When Sony introduced MiniDisc, it was proposing a different future for recorded sound. Smaller than a CD, tougher than a cassette, and capable of digital recording and editing, MD promised portability without compromise.
What followed over the next fourteen years was one of Sony’s most complex product lines. MiniDisc Walkman models evolved from experimental into everyday tools, then adapted to the age of the PC, before reaching a technically perfect but culturally late conclusion.
The earliest MD Walkman models were shaped by urgency. By the early 1990s, Sony faced a strategic threat. Philips was promoting Digital Compact Cassette, and the possibility of losing control over the next recording standard was very real. Sony’s response was decisive and fast. MiniDisc was unveiled publicly in 1991, before the hardware to support it fully existed. Engineers were asked to turn a vision into a working product under immense pressure. The first MiniDisc Walkman models reflect that intensity.
1992 MZ-1: The First MiniDisc Recorder
The MZ-1 was a statement device. Large, heavy, and technically demanding, it combined playback, recording, digital inputs, and non-linear editing into a single portable unit. Its magneto-optical mechanism required precise laser alignment and careful handling, while battery life remained limited. Early ATRAC versions revealed audible artifacts, but the MZ-1 established the defining ideas of MiniDisc: skip resistance, editable tracks, and disc-based digital recording.