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7.5.12

Livros sobre música que vale a pena ler (e que eu tenho, lol) - Cromo #16: Jorge Lima Barreto - "zapp - estética pop rock"


autor: Jorge Lima Barreto
título: zapp - estética pop rock
editora: Instituto Açoriano de Cultura
nº de páginas:220
isbn:972-9213-32-1
data: 1999

sinopse:
rock pop off significa uma recolecção de textos organizados numa metodologia alegadamente pós-moderna, com cortes e aliterações ou considerando novas matérias: estudam-se diversos aspectos da música pop rock nos seus significantes musicográfico, estético, semiológico ou sociocomunicativo.
rock pop off é o título genérico duma trilogia que compreende rock pop off 1, elektrobissau, mosaico de histografias; este tomo, rock pop off 2, zapp; e ainda b-boy ou da pista de dança, rock pop off 3, já editado em 1998.
Colecção de miniestudos interdisciplinares (e.g. subsídios do estruturalismo, fenomenologia, psicologia, economia, linguística, crítica da cultura, antropologia, semiologia da moda, e.a.); fluxo recente escorado nas ciências cognitivas (e.g. fractal, caos, dromologia); na mediologia, ciência dos mass media (e.g. apontamentos da discografia, da filmografia e da vídeografia, por vezes visões tão fugazes quanto o momento arrebatante fruído dum concerto ao vivo).
este livro foi sendo escrito desde 1972 e sucedeu-se por períodos (1992 a 1996 e, definitivamente em 1999).
Congeminei um metatexto crítico que podia ir da renúncia à idolatria, relato duma nova subjectividade.
Realizei uma escrita palimpsesto orientada para um livro original sobre musicografias dactilografadas ou dispersas, publicadas ou inéditas, vertidas agora para computador.
Do manuscrito / collage à máquina de escrever, da mecânica Remington à electrónica Xerox, ao programa de computador Windows 95.
No capítulo 10, da bibliografia, são dadas algumas amostras (e.g. relativas cada parte do livro, à temática musical / artística / editorial; no tomo 1, elektrobissau, figura uma bibliografia mais vasta e compreensiva de maior quantidade de assuntos.
Levantam-se com certa extravagância alguns aspectos musicológicos procurando definir correntes, estilos e idioletos; retratar criadores paradigmáticos e definir alguma identidade de conjuntos epigonais.
A evolução e a subversão do rock vão a par i passu com as mudanças vertiginosas do regime tecnoinstrumental e da parafrenália electroacústica e digital, cuja recensão foi incontornável no estudo desta arte musical.
Focalizam-se questões tecnológicas e sociomusicais, observações interartísticas.
adoptaram-se siglas do latim durante o texto (tais como e.g. significando como um melhor exemplo, ou e.a. abreviatura para entre outros do mesmo gabarito).
O livro inclui um inventário pontual de obras musicais, literárias ou mediáticas (e.g. rádio, cinema, vídeo, fundamentalmente edição em disco, composição, tema, autor, solo, banda, orquestra e espectáculos).
Os exemplos citados funcionam como amostras, sem pretender ser exaustivo e hierarquizante.
A língua do pop/rock, como a do Jazz (e pressupostamente a sos extraterrestres) é o inglês.
Há necessariamente um dilúvio de termos em inglês, alguns controversamente traduzidos para português.
Restauraram-se fragmentos dos meus livros rock trip, rock & droga, droga de rock!, música minimal repetitiva, JazzArte, nova música viva, música & mass media e o Siamês Telefax Stradivarius.
Recorreu-se a uma musicografia prolífera ou seja, a um sector votado para o género peculiar pop rock, o quotidiano da sua musicografia que é o jornalismo musical.
Outros documentos históricos de que dispomos estão conservados em disco (single, para os hits, LP ou álbum para trabalhos de longa duração ou compêndios de hits e, desde a digitalização a reedição em CD tem feito um grandioso levantamento arqueológico de quase tudo o que se editou em pop rock); a fotografia, o cinema e o vídeo servem também como material heurístico.
Se o termo "rock" usado neste ensaio diz respeito aos aspectos estritamente formais, o termo "pop" é mais amplo, pois que comporta outros e todos os signos que se investem no discurso musical (ideologia, política, cultura, técnica, etc.).
Não é possível dissipar qualquer ambiguidade no uso de "pop" e "rock".
Neste ensaio de musicografia pop rock iremos falar de polimorfismos dum imaginário colectivo donde qualquer desvio para a ficção e o sonho é possível.
zapp inclui, como capítulo 9, uma crónica de António Duarte, amigo maior; ele ofereceu-me uma disquete contendo o artigo jornalístico Ibizamatrix, um complemento hipertexto sobre a estética hip hop, uma leitura da música vivida no âmago da movida baleárica.
Como última e especial observação, relativa aos nomes de autores e trabalhos portugueses, remeto o leitor para os livros "25 anos de rock'n Portugal" de 1984, de António Duarte, um must da recolha histórica de tópicos jornalísticos e, da minha autoria, "Musa Lusa" de 1996, vulgata com uma parte dedicada ao pop rock e à música popular em Portugal; reformulação profetizada para o século XXI.




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