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23.12.11

Livros sobre música que vale a pena ler (e que eu tenho, lol) - Cromo #3: Simon Reynolds - "Totally Wired: Post-Punk Interviews & Overviews"


autor: Simon Reynolds
título: Totally Wired: Post-Punk Interviews & Overviews
editora: faber and faber
nº de páginas: 452
isbn: 978-0-571-23549-0
data: 2009


sinopse:
Do autor do best-seller sobre a história do post-punk, Rip It Up and Start Again, surge-nos agora Totally Wired, um livro associado de conversas com as mentes brilhantes que fizeram dos finais dos anos 70 e inícios dos 80, uma era tão criativa para a música mais radical e para a cultura alternativa.
Totally Wired contém trinta e duas entrevistas com alguns dos mais inovadores músicos do post-punk, e outras personalidades cheias de cor, da época - Ari up, Jah Wobble, David Byrne, Green Gartside, Lydia Lunch, Edwyn Collins - assim como outros agitadores e intérpretes desse período: patrões de editoras e agentes como Anthony H. Wilson e Bill Drummond, produtores de discos como Trevor Horn e Martin Rushent, e influentes DJs e jornalistas, como John Peel e Paul Morley.
Crepitante de argumentos e aspectos anedóticos, as conversas em Totally Wired trazem-nos uma dimensão humana rica à história do post-punk, cronicada em Rip It Up, aclamado pela crítica. Seguimos estes excepcionais (e frequentemente excêntricos) caracteres desde os dias iniciais até à sua glória, e por vezes desastre, das suas aventuras no post-punk. Ganhamos uma sensação vívida de indivíduos lutando contra tudo e todos para fazerem o seu mundo o mais interessante possível, e, no processo, deixando um legado de ambição artística e provocação que ainda reverbera nos dias de hoje.
Para além das entrevistas, Totally Wired também inclui uma secção de bónus, as "súmulas": mais reflexões de Simon Reynolds nos ícones chave do post-punk e cenas cruciais, incluindo aqui John Lydon e os Public Image Ltd, Ian Curtis e Joy Division, os conceptualistas das escolas de arte e proto-postpunkers Brian Eno e Malcolm McLaren, e a linhagem de glamour grotesco desde Siouxsie and The Banshees aos Novos Românticos.




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