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1.3.15

Memorabilia: Revistas / Magazines / Fanzines (34) - Propaganda - Nº 20 - Verão de 1993


Propaganda
Issue No. 20 - Summer 1993 - U.S.A.
$4.50
£3.29 na Tower Records, Londres, onde comprei.
56 páginas





Black Tape For A Blue Girl
Maria Blount
Sam R. explora as águas sombrias da vida com Black Tape For a Blue Girl
Venham - deixe-mse ir numa viagem encantada nas correntes etéreas que propulsionam a emoção humana. Podemos navegar as ondas que compôem os nossos oceanos de tristeza, alegria, solidão e amor. Os sons melancólicos e assustadores dos Black Tape For A Blue Girl são o nosso veículo para tal jornada, Principal compositor e membro da banda, Sam Rosenthal, é o nosso guia turístico através deste labirinto de sentimentos e sensações. Apesar de a filosofia por detrás da sua escrita ser multidimensional, a sua essência básica é muito simples.
"Se escavarmos a uma profundidade suficiente nos poços das nossas emoções individuais," diz Sam, "descobriremos que em vez de ficarmos isolados, conseguiremos atingir as águas universais que alimentam todos os poços. Recebo muitas cartas de pesoas que ouviram a nossa música dizendo que se conseguem relacionar muito com o que está a ser transmitido. A minha música é a minha maneira de me investigar a mim próprio e lutar contra as minhas emoções. É algo com que todos devíamos ser capazes de nos confrontar e ligar."




Os Black Tape For A Blue Girl têm estado ligados aos poços emocionais da sua audiência há cerca de sete anos. Cada álbum tem tido uma marca pópria, fruto do estado emocional de Sam na altura da sua composição e produção. Desde The Rope ('86), a Mesmerized By The Sirens ('87), passando por Ashes In The Brittle Air ('89), Chaos of Desire ('91) e ao último, recentemente editado, This Lush Garden Within, Sam tem-nos levado na sua montanha russa emocional. Com um som que Sam descreve como "gótico etéreo", os Black Tape For A Blue Girl envia o ouvinte às cambalhotas para o abismo dos sentimentos. No último álbum, This Lush Garden Within, Sam - juntamente com os vocalistas Lucian e Oscar - continua a sua auto-exploração, que se tornou na marca registada da banda.
"No último disco, destapei o carácter feminino que se situa dentro do espírito masculino," revela Sam. "É a parte de mim que sente compaixão e compreensão. Não é fácil deixar esse lado aparecer devido aos dois mil anos de tradição misógina na história da humanidade. O espírito feminino foi terrivelmente negligenciado."
A aventura de Sam na auto-exploração nasceu primordialmente por necessidade. Ele cresceu perto do oceano, na Florida, onde o poder do mar e tempestades e chuva frequentes teve uma influência profunda nos seus sentidos e na sua estética. Tendo-se mudado para a California mais tarde, deixou-o com sentimentos profundos de isolamento e vazio, o que o forçou a procurar a introspecção e contemplação do luxuriante jardim interior. Tendo feito isso, descobriu aquelas águas universais que correm bem no fundo de todos nós.




1 comentário:

Luis Baptista disse...

Sem duvida.
Muito bom e uma revista fantástica.
Tenho alguns exemplares tbem e nunca me desiludiram.

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