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26.12.11
Livros sobre música que vale a pena ler (e que eu tenho, lol) - Cromo #5: Rui Eduardo Paes - "Phonomaton: As Novas Músicas no Início do Séc. XXI"
autor: Rui Eduardo Paes
título: Phonomaton: As Novas Músicas no Início do Séc. XXI
editora: Hugin
nº de páginas: 186
isbn: 972-794-063-3
data: Setembro de 2001 (1ª edição)
sinopse:
Jornalista e crítico de música, Rui Eduardo Paes desenvolve a sua actividade desde 1984, tendo passado pelos mais diversos jornais e revistas, entre os quais «diário de Lisboa», «Diário de Notícias», «O Independente», «Expresso», «Blitz», «Revue & Corrigée» (França) e «Margen» (Espanha). Actualmente, escreve na «Promúsica» e no «Jornal de Letras», para além de ser Editor Associado do Departamento de Informática e Novas Tecnologias da Fereira & Bento. Autor dos livros «Ruínas - A música de arte no final do século XX», «A orelha perdida de Van Gogh» e «Cyber-Parker», todos editados pela Hugin, produziu o único CD lançado pelo duo de "avant-pop" Duplex Longa e co-produziu dois discos de Carlos Zíngaro, «Musiques de Scène» (AnAnAnAnA) e «Release From Tension» (audEo). Organizou ainda os dois volumes da colectânea «Way Out - New Music From Portugal» (AnAnAnAnA), destinada a divulgar a música experimental portuguesa além-fronteiras. É um dos fundadores da Bolsa Ernesto de Sousa, que tem como objectivo incentivar a arte "intermedia" nacional, fazendo parte do seu júri desde o início como representante da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.
17.12.11
Livros sobre música que vale a pena ler (e que eu tenho, lol) - Cromo #1: Rui Eduardo Paes - "Ruínas: A música de arte no final do século"
autor: Rui Eduardo Paes
título: Ruínas: A música de arte no final do século
editora: Hugin editores, lda.
nº de páginas: 184
isbn: 972-8310-18-8
data: Outubro de 1996 (1ª edição)
sinopse:
A música deste fim de século vive dos despojos dos grandes edifícios musicais que se desmoronaram sob o peso das convenções e o esgotamento dos recursos que os sustentavam. Para todos os efeitos, as últimas vanguardas datam dos anos 60. Desde então cria-se música com todo o tipo de materiais e referências, vindos do passado, recuperados das geografias periféricas do planeta ou mesmo pilhados dos media. Redescobriu-se, até, o gosto pelo jogo e pelos labirintos, algo que ainda persiste nas sociedades orientais e africanas mas que o Ocidente esquecera.
Rui Eduardo Paes, o único jornalista que em Portugal desenvolve a sua actividade em torno das músicas de arte, escreve nestas páginas sobre as estéticas de ruína que hoje coexistem, reinventando processos e linguagens. Nas vésperas do Séc. XXI e do terceiro milénio, a música deve a sua riqueza à diversidade dos homens que a imaginam.
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