autor: David Stubbs título: Mars By 1980 - The Story Of Electronic Music editora: Faber & Faber nº de páginas: 430 isbn: 978-0571-35129-9 data: 2019, paperback (1ª Edição de 2018)
David Stubbs
Mars By 1980 – The Story Of Electronic Music
Faber & Faber
ISBN 978-0571-35129-9
430 páginas
UK £12.99
First published in 2018
By Faber and Faber Limited
Bloomsbury House
74-77 Great Russell Street
London WC1B 3DA
This paperback edition published in 2019
Typeset by Ian Bahrami
Printed in the UK by CPI Group (UK), Croydon CRO 4YY
David Stubbs é um escritor e jornalista de música britânico. A par de Simon Reynolds, foi um dos co-fundadores da revista de Oxford, a Monitor, antes de ingressar na equipa da Melody Maker. Mais tarde, trabalhou para a NME, Uncut e Vox, bem como para a The Wire. Tem trabalhos publicados no The Times, no Sunday Times, no Spin, no Guardian, no Quietus e na GQ. Escreveu vários livros, entre eles “Future Days: Krautrock and the Building of Modern Germany” e “Fear of Music: Why People Get Rothko but Don’t Get Stockhausen”, um estudo comparativo sobre o música e a arte de vanguarda do século XX. Vive em Londres.
NINETEENTH- AND TWENTIETH-CENTURY MUSICAL TECHNOLOGY: A TIMELINE
1876O fonógrafo, inventado por Thomas Edison, permitindo a gravação e reprodução mecânica do som, originalmente gravado em folhas de papel de alumínio enroladas num cilindro rotativo.
1895A pianola, ou piano tocador, inventada por Edwin S. Votey. Capaz de tocar música pré-programada em papel perfurado. Sai de produção após o crash bolsista de Wall Street de 1929, mas é reavivado no final da década de 1930 e posteriormente pelo compositor americano Conlon Nancarrow.
1906O Telharmonium, desenvolvido por Thaddeus Cahill. O triodo, o primeiro amplificador eletrônico utilizável, é inventado por Lee de Forest. Tal representa o nascimento da era eletrónica.
1910O pintor futurista Luigi Russolo desenvolve os intonarumori, máquinas geradoras de som destinadas a adicionar novos sons ao léxico dos sons disponíveis para fazer música no século XX, como exposto em seu manifesto Art of Noises, de 1913.
1916O pintor cubo-futurista Vladimir Baranoff-Rossiné constrói seu piano optofónico, um instrumento 'sinestésico', no qual sons e padrões rotativos são accionados a partir de um teclado, criando uma combinação de música e cor, como sonharam compositores como Alexander Scriabin, por exemplo.
1917É construído o primeiro theremin, nome posto em homenagem ao seu inventor, o soviético Leon Theremin. Contendo duas antenas de metal, gera sons sem que a mão do músico toque no instrumento.
1928Maurice Martenot inventa as ondas Martenot, um instrumento semelhante ao theremin. Usado por Edgar Varèse em Ecuatorial.
1930Mais uma invenção soviética: o variofone, inventado por Evgeny Sholpo, um sintetizador óptico que usa ondas sonoras transcritas em discos de papelão, fazendo o movimento sincronizado com filme/fita de 35mm.
1935O Magnetophon, o primeiro gravador de fita magnética, desenvolvido por Fritz Pfleumer, é demonstrado no Berlin Radio Show.
1940O "Sintetizador de voz", desenvolvido por Karl Wagner e precursor do vocoder / codificador de voz.
1941O Ondioline, inventado por Georges Jenny e popularizado pelo seu colega francês, Jean-Jacques Perrey, no início dos anos 50. Um teclado elétrico, o som do Ondioline pode ser modificado deslocando-o manualmente de um lado para o outro, criando uma gama de efeitos de vibrato mais diversificados do que as ondas Martenot.
1944Halim El-Dabh produz The Expression of Zaar, a primeira peça conhecida de música electroacústica em fita magnética.
1946A 'Orchestra Machine' foi desenvolvida por Raymond Scott, que não queria trabalhar mais com músicos humanos, se possível. Mais tarde, ele prossegue esse objectivo com o Clavivox.
1947O Clavioline, um teclado elétrico com um oscilador de tubo de vácuo, é inventado pelo engenheiro francês Constant Martin. Aparece no hit de 1961 de Del Shannon, "Runaway", e durante a década de 1960 é amplamente utilizado pelo jazzman Sun Ra.
1952O sintetizador RCA, também conhecido como 'Victor', desenvolvido por Herbert Belar e Harry Olson, foi concebido e finalmente instalado na Universidade de Columbia em 1957. Apesar da popularidade inicial das complexas sequências notacionais de que é capaz, além das de qualquer instrumento acústico, o instrumento caiu em ruína e foi usado pela última vez em 1977.
1955‘Selective Synchronus Recording”, desenvolvido pela Ampex, introduz a possibilidade de overdubbing de áudio, que o guitarrista Les Paul desenvolve para criar gravações de oito pistas.
1957É apresentado o sintetizador ANS, desenvolvido por Evgeny Murzin entre 1937 e 1957. O computador é baptizado em homenagem ao compositor Alexander Scriabin. Eduard Artemyev usa-o extensivamente nas suas partituras para os filmes de Andrei Tarkovsky, incluindo Solaris.
1959A bateria eletrônica DA-20, desenvolvida por Keiko (mais tarde conhecida como Korg). Possui um sistema de disco rotativo com uma escolha de sons.
O mellotron, desenvolvido pela empresa Mellotronics, fundada por Frank, Norman e Les Bradley, o líder de banda Eric Robinson e o mágico David Nixon. Baseia-se num instrumento anterior que foi desenvolvido e baptizado em homenagem ao californiano Harry Chamberlin. O mellotron é popularizado pelos Beatles, principalmente em 'Strawberry Fields Forever'.
1964O Ace Tone R1 Ás do Ritmo, desenvolvido por Ikutaro Kakehashi.
O sintetizador Moog, inventado por Robert Moog, é lançado. Demonstrado pela primeira vez no Monterey Pop Festival em 1967, ele transcende seu status de novidade inicial para se tornar parte integrante do mobiliário eletrónico.
1970O ARP-600, desenvolvido por Alan R. Pearlman e Dennis Colin, uma versão simplificada do ARP-500. Pete Townshend foi um dos primeiros a adoptá-lo, mas é Stevie Wonder quem faz uso extensivo e popular do instrumento, com a assistência de Bob Margouleff e Malcolm Cecil.
1973O Yamaha GX-1, um acessório de prog-rock usado por Emerson, Lake e Palmer, entre outros, e mais tarde por Aphex Twin na faixa ‘GX1 Solo”, depois que ter adquirido o instrumento que estava na posse do, entretanto, falecido Mickie Most.
1979O Casio VL-1, lançado em junho de 1979, um sintetizador digital disponível por apenas US $ 69,95.
O Fairlight CMI, um teclado de setenta e três notas, formado por uma unidade central com dois drives de leitura de disquetes de oito polegadas, um teclado alfanumérico, um monitor monocromático e uma caneta de luz para fins de edição gráfica. O primeiro instrumento a incluir samplagem / amostragem digital.
1980A bateria eletrónica analógica Roland TR-808, popularizada pela Yellow Magic Orchestra no seu álbum BGM de 1980, mas descontinuada em 1983. Gozou de uma prolongada vida “post-mortem”, tanto nas bibliotecas de som (library music) como também como um instrumento valioso em segunda mão, e é particularmente popular no hip hop.
O Yamaha GS-1, o primeiro sintetizador digital. Mais caro que o Casio VL-1, ele torna-se um recurso popular e omnipresente na música pop dos anos 80, desde os Talking Heads aos Duran Duran.
1981A Roland TB-303 Bass Line, mais tarde um elemento-chave no som acid house. No entanto, a sua primeira utilização é feita pelos Heaven 17, em 'Let Me Go', e não aparece em nenhum sucesso até que os Orange Juice o aplicam em 'Rip It Up', de 1983.
O Toshiba LMD-649, o primeiro sampler digital, amplamente utilizado no disco Technodelic, da Yellow Magic Orchestra.
1982O Roland Jupiter-6, um dos primeiros sintetizadores MIDI, posteriormente popularizado por Blue, Inner City, Human League e Orbital, entre outros.
1984O primeiro computador Macintosh da Apple, posteriormente utilizado por músicos, sob a forma de laptop, como instrumento musical.
Sound Designer, desenvolvido pelos estudantes de Berkeley, Evan Brooks e Peter Gotcher. Mais tarde rebaptizado para Pro Tools.
1985O computador Atari ST, projetado por Shiraz Shivji, cuja imagem pode ser encontrada no álbum de Fatboy Slim, You have a Long Way, Baby, no qual o Atari é utilizado de forma extensiva.
1995O Doepfer A-100, um sistema sintetizador modular analógico introduzido pelos fabricantes alemães Doepfer. Este sistema "montado em rack" permite que diferentes empresas integrem os seus módulos nos sistemas umas das outras sob o padrão "Eurorack".
1999Criação do Ableton Live, uma estação de áudio digital que também pode ser usada durante a performance. Começa a ser utilizada em 2001.
A MARS BY 1980 PLAYLIST
23 Skidoo, ‘Just Like Everybody’
A Guy Called Gerald, ‘ Voodoo Ray’
Luke Abbott, ‘Modern Driveway’
The Advidory Service, ‘Civil Defence Is Common Sense’
Laurie Anderson, ‘O Superman’
Aphex Twin, ‘Didgeridoo’
The Art of Noise, ‘Close (to the Edit)’
Edward Artemiev, ‘Dedication to Andrei Tarkovsky’
Robert Ashley, Your Money My Life Goodbye
Autechre, ‘Second Scepe’
Arseny Avraamov (arr. Miguel Molina), Symphony of Sirens
Afrika Bambaataa and the Soulsonic Force, ‘Looking for the Perfect Beat’
Basic Channel, Arrange and Process (various artists)
William Basinski, The Disintegration Loops
Luciano Berio, Ommagio a Joyce
Boards of Canada, Geogaddi
David Bowie, ‘Beauty and the Beast’
Gavin Bryars / Alter Ego / Philip Jeck, The Sinking of the Titanic
The Bug, ‘Superbird’
Burial, Untrue
Cabaret Voltaire, The Voice of America, ‘Slugging fer Jesus’
John Cage, ‘Williams Mix’
Can, ‘Moonshake’
Carter Tutti Void, ‘f=(2.7)’
Suzanne Ciani, Concert at Phill Niblock’s Loft
Dave Clarke, Live at Lowlands Festival
Cluster, ‘Rosa’ (from Zuckerzei)
Coil, ‘Sex with Sun Ra’
Holger Czukay, Movies
D.A.F., Gold und Liebe
Daft Punk, Homework, ‘Digital Love’
Miles Davis, ‘Yesternow’ (from Jack Johnson), ‘He Loved Him Madly’ (from Live/Evil)
De La Soul, ‘Eye Know’
Deadmau3, ‘The Veldt’
Deathprod, Morals and Dogma
Depeche Mode, ‘A Pain that I’m Used To’ (Jacques Lu Cont remix)
Delia Derbyshire and Barry Bermange, ‘There Is a God’
J Dilla, Donuts
Terrence Dixon, From the Far Future
Todd Dockstader, EightElectronic Pieces
Einstürzende Neubaute, ‘Engel der Vernihtung’
Halim El-Dabh, The Expression of Zaar
Brian Eno, Music For Airports, On Land
Faust, Faust, Faust So Far
Fennesz, ‘Rivers of Sand’
Luc Ferrari, Music Promendade
Foul Play, ‘Open Your Mind’
John Foxx, London Overgrown
Front 242, ‘Headhunter’
The Future Sound of London, ‘Papua New Guinea’
Gas, Königsforst
Godley and Crème, ‘Under Your Thumb’
Goldie, ‘Jah the Seventh Seal’ (from Inner City Life)
Manuel Göttsching, E2-E4
Laurel Halo, ‘Jelly’
Herbie Hancock, Sextant
Harmonia, “Sehr Kosmisch’
Heaven 17, ‘(We Don’t Need This) Fascist Groove Thang’
Tim Hecker, Ravedeath, 1972
Matthew Herbert, One Pig
Holly Herndon, Movement
Human League, ‘The Dignity Of Labour’, ‘Love Action’
Humanoid, ‘Stakker Humanoid’
Janet Jackson, Rhythm Nation 1814
Japan, ‘Life in Tokyo’
Philip Jeck, ‘Fanfares’
Joy Division, Closer
Leyland Kirby, ‘Stralauer Peninsula’
KLF, Chill Out
Kode 9 + the Spaceape, ‘Ghost Town’
Kraftwerk, Autobahn, Trans-Europe Express, The Man-Machine, Computer World
LA Style, ‘James Brown Is Dead’
Ladytron, ‘Playgirl’
Thomas Leer, Four Movements EP
Letherette, Space Cuts
Liaisons Dangereuses, ‘Los Ninos del Parque’
György Ligeti, ‘Artikulation’
Madlib, ‘Shadows of Tomorrow’
Mantronix, ‘Megamix (in Full Effect 1988)’
Matmos, The Civil War
John Maus, We Must Become the Pitiless Censors of Ourselves
Derrick Mat, ‘It Is What It Is’
Joe Meek, ‘I Hear a New Worl’
Merzbow, Merzbient
Metamono, ‘Warszawa’
M.I.A., ‘Born Free’
Jeff Mills, ‘Cubango’
Janelle Monáe, The ArchAndroid
Luigi Nono, Ommaggio a Emilio Vedova
Gary Numan, ‘Cars’
Pauline Oliveros, ‘Bye Bye Butterfly’
Daphne Oram, Four Aspects
The Orb, ‘A Huge, Ever Growing Pulsating Brain that Rules from the Centre of the Ultraworld’
Edith Pade, ‘Faust’
Man Parrish, ‘Hip-Hop Be Bop (Don’t Stop’
Annette Peacock, ‘I’m the One’
Pere Ubu, ‘Non-Alignment Pact’
Lee ‘Scratch’ Perry, ‘Soul Fire’
Pet Shop Boys, ‘Rent’
Henri Pousseur and Michael Butor, Paysages Planetaires
Prince, ‘If I Was Your Girlfriend’
Jamie Principle, ‘Baby Wants to Ride’
Pyrolator, ‘Happiness’
Éliane Radigue, Trilogie de la mort
Steve Reich, ‘Come Out’
Robert Rental and the Normal, Live at West Runton Pavilion
Porter Ricks, ‘Port Gentil’
Roxy Music, ‘Virginia Plain’
Rufige Kru, ‘Ghosts of My Life’
George Russell, Electronic Sonata for Souls Loved by Nature
Pierre Schaeffer and Pierre Henry, Orphée
Conrad Schnitzler, ‘Fata Morgana’
Paul Schütze, ‘Tears’
Raymond Scott, ‘Lightworks’
Scritti Politti, Cupid & Psyche 85
Scuba, ‘Adrenalin’
DJ Shadow, Entroducing
Skinny Puppy, ‘Harsh Stone White’
Soft Cell, ‘Memorabilia’
Mark Stewart, ‘Forbidden Colour’
Karlheinz Stockhausen, Gesang der Jünglinge, Kontakte, Hymnen
Como prometido, aqui fica o 8º (e último) complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez... (excepto esta última, em que o número de vídeos apresentados é de nove, como podem comprovar abaixo.
Janek Schaefer - The Triphonic Turntable
Jesse Seay - Untitled (Resonant Objects)
EM wands at the Charlotte 25th JULY 2008 Part 1
Philip Stearns - AANN - Overview by Phillip Stearns (Pixel Form) 2007
Philip Stearns - Maelstrom Test 004
Swiss Mechatronic Art Society - 8 step sequencer
Tuomo Tammenpaa - Sequencing_NAND_3
Sebastian Tomczak - Hidden Village (live): 24 Points of Articulation
Como prometido, aqui fica o 7º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez...
Como prometido, aqui fica o 6º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez...
Loud Objects - Live at Pikslaverk 2008
Antony Maubert @ C'est La Vie, Madrid, June 2012
Joker Nies - Bent 2005 #1
Alejandra Perez - El Pueblo de China-Sonoridades Disociadas
Como prometido, aqui fica o 5º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez...
Alex Inglizian - touch.listen.synth
hans w. koch - Computer Music I
J. D. Kramer - The Permutator
Eric Leonardson - The Springboard
Zach Lewis - Circuit Bent Electric Guitar (3 40106 LFOs) by FREQ EXP
Como prometido, aqui fica o 4º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez...
Robyn Farah - Sound for Video 01
Douglas Ferguson - 10-Step Sequencer
Lesley Flanigan - Speaker Synth Close Up
Joe Grimm - Epiphenomenal Boogie
Andy Guhl - Concert in New York @ share 3 (2') - April 2007
Como prometido, aqui fica o 3º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez...
Stewart Collinson - Headhack
(e)-Bombers - (e)-LIVE 2ndGIG.
Arthur Elsenaar and Remko Scha - Face Shift
Kyle Evans - Max/MSP being controlled by 3 Sewing Machine Pedals
Como prometido, aqui fica o 2º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns
dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma
forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não
serão aqui postados...
5 de cada vez...
Como prometido, aqui fica o 1º complemento ao livro recenseado neste post.
Alguns dos vídeos constam no DVD que acompanha o livro, outros não; da mesma forma que muitos dos vídeos e outro material constantes do livro não serão aqui postados...
5 de cada vez...
Autor: Nicolas Collins título: Handmade Electronic Music: The Art Of Hardware Hacking
editora: Routledge - Taylor & Francis Group
nº de páginas: 340
isbn: 978-0-415-99873-4
data: 2009: Second Edition - DVD included
1ª edição, de 2006
sinopse:
"Nicolas Collins quer estragar o teu leitor de CDs"
- Wired Magazine
"O livro de Nic Collins passa o testemunho da electrónica feita em casa à próxima geração de músicos experimentalistas. Fornecendo recitas práticas e engraçadas para aventuras sónicas, introduz, em simultâneo, o leitor no passado e presente campo da arte sonora electrónica."
- Chris Brown, Mills College Center for Contemporary Music
"Este é um livro terrífico, único e muito necessário; Quem me dera tê-lo obtido há cinco anos."
- Dan Trueman, Princeton Laptop Orchestra, Princeton University
"O livro mais radical sobre música que li até agora neste ano. Este texto, liberto do jargão, oferece uma alternativa fresca aos instrumentos habitualmente premiados pelo negócio da música."
- Christopher Delaurenti, The Stranger, Seattle
Handmade Electronic Music: The Art of Hardware Hacking disponibiliza, uma introdução cativante, prática, e há muito necessária, à realização artesanal - assim como à canibalização criativa - de circuitos electrónicos com intuitos artísticos.
Com um sentido de aventura e sem qualquer conhecimento à priori, o leitor pode subverter as intenções com que os dispositivos foram projectados, como por exemplo rádios e brinquedos electrónicos, para descobrir um novo mundo sonoro. Num tempo em que os computadores dominam a produção musical, este livro oferece um raro vislumbre do coração tecnológico da mais pioneira música electrónica ao vivo, assim como os mais recentes desenvolvimentos às mãos de artistas emergentes. Para além de ensinamentos e conselhos sobre como "hackear" dispositivos electrónicos do dia-a-dia, o leitor aprende como fazer microfones de contacto, captadores de campos electromagnéticos, caixas de distorção, e estranhos processadores de sinais, de forma rápida e barata.
Esta segunda edição, revista e expandida, é extensivamente ilustrada e inclui um DVD com 87 vídeoclips e 20 faixas áudio de cerca de 100 hackers, adaptadores, músicos, artistas, inventores, de todo o mundo, assim como 13 tutoriais em vídeo demonstrando projectos que fazem parte do livro. Outras peças estão presentes no livro, tais como projectos adicionais, fotografias, diagramas, e ilustrações.
Nicolas Collins é um activo compositor e performer de música electrónica, trabalhou com John Cage, Alvin Lucier, David Tudor, e muitos outros mestres da música moderna. O Dr. Collins é Professor of Sound at The School of the Art Institute of Chicago, e tem conduzido vários workshops em hacking por todo o mundo. Foi Visiting Artistic Director of STEIM (Amsterdam) e um DAAD compositor-residente em Berlim. Desde 1997 é também editor-chefe do Leonardo Music Journal. introdução:
Este livro ensina-vos como se divertir com a electrónica. É um guia para a transformação criativa de tecnologia electrónica de consumo, usando-a duma forma alternativa. Vivemos num mundo de corta-e-cola: Ctrl-X e Ctrl-V dão-nos a liberdade de rearranjar palavras, imagens, vídeos, e som, de transformar qualquer coisa antiga na nossa nova coisa, duma forma extremamente fácil. Mas, em grande medida, este é também um mundo "off-line", cujas ferramentas digitais, tão poderosas como são, são mais adequadas a preparar textos, álbuns de fotos, filmes, e CDS, em privado, em vez de em palco. Estes dias de "música electrónica ao vivo" parecem ter hibernado, com a sua tranquila contenção, apenas perturbada de vez em quando por um ocasional e discreto clique de rato.
A minha geração de compositores vem de uma época anterior à do computador pessoal, dum tempo em que os instrumentos electrónicos eram tão caros que apenas as estrelas de rock e as universidades os podiam comprar, mas cujos blocos construtivos (circuitos integrados) eram muito baratos e quase facilmente compreensíveis no seu modo de funcionamento. Uma pequena, jovial (se masoquista) banda, nós presumimos que podíamos fazer-nós-próprios. Mergulhámos num jargão misterioso de revistas de engenheiros, coçámos as nossas cabeças, trocámos esquemas, bebemos mais uma cerveja, e combinámos juntos circuitos electrónicos separados à partida, em casa - muitos deles excêntricos e desleixados o suficiente para dar a um engenheiro uma verdadeira dispepsia. Estes instrumentos electrónicos folclóricos tornaram-se no cartão de visita de uma geração perdida de compositores que emergiram então em meados dos anos 70, depois de John Cage, David Tudor, e David Behram, e antes dos Oval, Moby e Matmos. Nos finais dos anos 70 os microcomputadores que evoluíram depois para Apples e PCs emergiram do zumbido inicial em Silicon Valley, e muitos de nós pusemos de lado os nossos ferros de soldar e começámos a codificar, mas o circuito esquisito continuava a saltar na nossa memória e mãos de vez em quando, funcionando como uma especiaria analógica que tornava mais apetitosa a refeição digital.
Os computadores são fantásticos, não me entendam mal, mas a interface usual - um teclado ASCII e um rato - é desajeitada e incómoda, e torna o acto de actuar em público uma actividade muito indirecta, como tentar abraçar um bebé numa incubadora. "Controladores Alternativos" (tais como os realizados por Donald Buchla e artistas a trabalhar no STEIM) deram um passo na direcção certa, mas por vezes é simpático chegar mais perto e "tocar" o som. Este livro tira o bebé para fora da banheira e larga-o, nu e a gorgolejar, nos teus braços prontos, pedindo para lhe pegar.
O foco é no som - fazer instrumentos que se possam tocar em público, ajudas à gravação e fazedores de ruído estranhos - mas alguns dos projectos têm também um forte componente visual. Não é assumida qualquer experiência em electrónica, e o objectivo é que qualquer um de vós possa começar a fazer e obter sons o mais rapidamente possível.
Depois de aprender algumas capacidades básicas de soldadura, poderá meter mãos à obra e fazer uma variedade de dispositivos audíveis, microfones acústicos, microfones de contacto, bobinas para apanhar ondas electromagnéticas, cabeças leitoras de fita magnética. Depois colocará as mãos sobre esses componentes/circuitos e modificará brinquedos electrónicos baratos e outros circuitos que encontrará por todo o lado - o coração e a alma do hacking de circuitos electrónicos. Também aprenderá a construir alguns circuitos a partir do zero: simples mas robustos osciladores que podem ser controlados através de uma série de dispositivos (luz, botões, reguladores, interruptores), e combinados para criarem texturas electrónicas ricas a um custo e dificuldade mínimos. Com a confiança entretanto adquirida, continuará com circuitos para amplificar, distorcer, cortar e manipular das mais variadas formas qualquer som, seja ele electrónico na sua origem ou não: guitarras eléctricas, vozes amplificadas, CDs, rádio, som ambiente, etc. Depois partirá para projectos em que se ligará som com material visual, e alguns circuitos "cola" convenientes para juntar várias partes para exibição simultânea, gravação, ou interface para computadores. Há vários apêndices que o encaminham para uma série de fontes e outros recursos informativos. Onze barras laterais "Art & Music", numerosas ilustrações, e um DVD colocam a tecnologia numa perspectiva histórica e estética: mais de 100 hackers, modificadores (benders) músicos, artistas e inventores de todo o mundo estão representados no texto, ilustrações, faixas áudio e vídeoclips.
Na selecção que fiz dos projectos a incluir neste livro tive em consideração uma mão cheia de assunções e finalidades:
1. Mantê-lo vivo. Todos os projectos deste livro são alimentados por pilhas; nenhum precisa de ser ligado à tomada. Isso torna os primeiros passos da actividade de mexer em circuitos electrónicos de uma forma não supervisionada, muito mais seguro, e menos assustadora para o principiante.
2. Manter as coisas simples. Trabalhamos com um número pequeno de circuitos e conceitos "axiomáticos" muito simples, que podem ser depois combinados com um factor de permutabilidade muito grande e rico, à maneira que progride e ganha experiência, mas que são fáceis de compreender e rápidos de construir logo no princípio. O ponto essencial é fabricar sons frescos e simpáticos (cool) o mais rapidamente possível.
3. Manter as coisas baratas. Limitando-nos a uns poucos projectos nucleares, minimizamos a quantidade e custo dos componentes necessários para completar este livro. Não precisará de um laboratório electrónico completo, apenas um ferro de soldar, umas poucas ferramentas manuais, e cerca de 50€ de componentes que pode encomendar facilmente online. Focando-nos nos brinquedos e outros artigos electrónicos simples e comuns também minimizamos a ameaça de "perdas catastróficas" nos tempos iniciais de um principiante.
4. Manter tudo estúpido. Encontrará aqui um mínimo absoluto de teoria. Aprenderemos a projectar de ouvido, não a olho, eliminando instrumentos de teste sofisticados ou textos de engenharia. Ignorância é felicidade, por isso goze-a.
5. Perdoar e esquecer. Não há uma "maneira certa" para o hacking. Tentarei afastá-lo de colapsos, mas incluí projectos que são robustos, perdoando-me de erros de escrita e aceitando uma vasta gama de componentes substitutos se não tiver o componente indicado. A maioria destes circuitos são pontos de partida, a parir dos quais pode depois projectar e construir muitas variações sem qualquer tipo de ajuda - se gostar de hackear, deixe-se ir de forma livre e espontânea.
Como resultado desta linhas mestras, este livro é pois uma introdução não normalizada à engenharia electrónica. Muitas das matérias de um curso de electrónica básica, tais como estudo do transístor e a admissivelmente útil pequena coisa chamada ampop, são deixados de fora e nem sequer mencionados. Depois de ter lido a última página, você emergirá mais conhecedor, apesar desse conhecimento ser estranho, do que quando pegou no livro pela primeira vez. Terá adquirido algumas capacidades raras, e algumas que lhe serão preciosas na perseguição da criação de sons não muito comuns. Terá ainda muitas coisas para aprender, espaços de conhecimento para ocupar, mas esses espaços podem ser preenchidos através de uma forma menos estruturada através de recursos e textos que encontrará online (como descrito nos apêndices). E tudo o que seja electrónico que decida fazer será fácil, prometo. Porquê? Porque já não terá medo. Terá sim a confiança para ultrapassar aquelas etiquetas "Não deve abrir e mexer, é perigoso" com um sorriso. Será então um hacker de circuitos electrónicos produtores de som.
Notas à Segunda Edição (esta)
Esta segunda edição, expandida e revista de Handmade Electronic Music inclui novos projectos, um DVD, e muitos mais exemplos de trabalhos de artistas. O processo de revisão beneficiou da experiência e feedback obtidos nos últimos anos. Depois de ter submetido o primeiro manuscrito em 2005, ministrei perto de duas dezenas de workshops e cursos utilizando o livro como texto base, e o feedback que recebi dos estudantes e assistentes foi incalculável. Além disso, os curtos 3 anos, a tecnologia mudou o suficiente para tornar algumas partes do livro pitorescas, se não obsoletas. E, talvez mais importante, os encontros que mantive com numerosos praticantes no campo em expansão da música electrónica feita à mão contribuíram grandemente para o conteúdo artístico e contexto do texto.
As mudanças mais significativas operadas da primeira para a segunda edição foram:
. Correcções de erros que se encontravam na primeira edição, assim como revisões onde os componentes se tornaram obsoletos, mudaram de preço ou fornecedor, etc. Muitos dos URLs e outras referências na secção de Notas e Referências e também nos Apêndices foram actualizadas.
. Clarificação de algumas secções do texto original. Os projectos neste livro cresceram antes de serem ensinados, e alguns beneficiaram de comentários que acrescentei na sala de aula para compensar os lapsos da primeira edição. Similarmente, esquemas e fotos foram acrescentados para ilustrar pontos que me levaram ao quadro quando as palavras se revelaram inadequadas e insuficientes no processo de explicação.
. Revisão dos esquemas. Tratámos a maioria das fotos de forma a aumentar-lhe a resolução dos detalhes críticos de um circuito. Os layouts mais complexos de breadboards froam redesenhados como linhas de desenho, assim como os desenhos/esquemas que são novos nesta edição.
. Uma maior presença de trabalho de artistas. Inclui mais fotos e descrições de realizações físicas dos vários projectos do livro, feitos por muitos hackers, benders e ex-estudantes, tanto quanto os consegui persuadir a contribuir. As barras laterais, que acrescentam uma perspectiva do mundo real às discussões ocasionalmente mais técnicas e abstractas do texto principal, foram também aumentadas, e um novo capítulo foi adicionado fornecendo uma visão geral de desenvolvimentos recentes nos campos da música e da arte feita a partir de circuitos electrónicos artesanais. O DVD que acompanha a edição inclui uma extensiva galeria de trabalhos de artistas (ver abaixo).
. Novos projectos e esquemas. Em resposta a pedidos dos estudantes, e por tédio ou curiosidade da minha parte, acrescentei um certo número de novos projectos ao livro. Embebidos na estrutura original dos capítulos do livro original, eles podem não ser logo notados à primeira por todos aqueles que leram a primeira edição. As principais adições são:
. opções de ligação fantasma de potência e estéreo para microfones de eletreto;
. uma saída em onde triangular melodiosa dos nosso osciladores básicos CMOS, para complementar os habituais e mais abrasivos provenientes das ondas quadradas;
. filtros de varrimento;
. um seguidor de envelope com aplicações em portas de ruído, expansores, compressores, e baterias sintetizadas de Disco;
. um circuito rastreador de rotações;
. um versátil sequenciador;
. fontes de alimentação alternativas, incluindo pilhas solares, batatas, e geradores simples;
. mais variantes de muitos circuitos básicos, descritos em detalhe.
Escolhi, contudo, aderir à filosofia de design do livro original, limitando-me a presentar aqueles circuitos que podem funcionar com uma simples pilha ou bateria, ser perdoado por alguns erros, abraçar a variação extensiva, e combinar, tipo lego, os circuitos uns com os outros. Continuo a basear-me largamente na peculiar aplicação ad-hoc dos circuitos digitais CMOS, e assim consegui evitar introduzir ampops, transístores, e vários outros componentes comuns. Prefiro cobrir projectos não frequentemente encontrados em lado nenhum, quer em livros quer online.
. Um DVD. A primeira edição do livro incluía um DVD áudio com 20 faixas, contribuição de músicos e artistas sonoros de todo o mundo. Essas faixas não eram meros "exemplos de som" de projectos do livro, mas peças musicais reais de música que usava os mesmos dispositivos ou similares, tais como os que criamos e explicamos no texto do livro. Impressionado pela proliferação de instrumentos provenientes de hacking e bending no Youtube, decidi incluir um DVD na nova edição. O DVD está dividido em três partes:
- Demonstrações vídeo feitas por mim, de 13 projectos do livro. Uma excelente forma de iniciação se não se sente confortável através apenas da leitura do texto e não acontecer que eu possa dar um workshop na sua cidade.
- Uma galeria de 87 vídeoclips por uma pletora de artistas, ilustrando os seus instrumentos e actuações. Foram seleccionados através das respostas dadas por um pedido de submissão que fiz internacionalmente. Cada clip estava limitado a 60 segundos de duração máxima; a hora e meia que resultou dá-vos uma visão geral muito boa do que está a acontecer por estes dias (verão de 2008) no campo que abordamos da música electrónica artesanal.
- Os ficheiros áudio do CD original da primeira edição.
Seis anos após sucumbir à pressão dos estudantes para apresentar um curso no qual eu então reparei tratar-se de uma idiossincrática e, de certa forma, anacrónica, era passada de interesse geral dúbio, descobri que o livro continua a ser popular numa vasta e diversa gama de leitores. Ele foi abraçado por leitores da Wired, Computer Music Journal, e Tape Op, só para citar alguns; por assistentes de Festivais de Bending, Feiras de Artesanato, e conferências NIME. Foi adoptado como livro em universidades de todo o mundo, desde os Estados Unidos e Inglaterra, até ao Japão, Nova Zelândia, e Austrália - algumas universidades até desenharam novos cursos baseados no livro. Espero que as correcções e actualizações, os projectos adicionados e as ilustrações e o DVD sirvam para expandir o apetite e a crescente utilidade do livro. Queixas e cumprimentos são bem-vindos.
Nos próximos posts colocarei alguns dos vídeos que acompanham o livro, para além de outros vídeos correlacionados. Happy Bending!
Arcane Device "Interrogator" Label: Tragic Figures – TFT020 Format: Cassette, Album, Limited Edition, C40 Country: Portugal Relea...
Escritos de Fernando Magalhães em Livro
Novo - Volume EXTRA
(publicado em 21.03.2025)
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Novo - Volume 12 - 2004/2005
(publicado em 05.01.2025)
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Novo - Volume 11 - 2003
(publicado em 03.01.2025)
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Novo - Volume 10 - 2002
(publicado em 02.01.2025)
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Novo - Volume 9 - 2001
(publicado em 29.12.2024)
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Novo - Volume 8 - 2000
(publicado em 18.12.2024)
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Novo - Volume 7 - 1999
(publicado em 16.12.2024)
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Novo - Volume 6 - 1998
(publicado em 18.11.2024)
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Novo - Volume 5 - 1997
(publicado em 07.09.2024)
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Novo - Volume 4 - 1996
(publicado em 30.04.2024)
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Novo - Volume 3 - 1995
(publicado em 24.03.2024)
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Novo - Volume 2.3 - 1994
(publicado em 19.02.2024)
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Novo - Volume 2.2 - 1993
(publicado em 18.09.2023)
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Novo - Volume 2.1 - 1992
(publicado em 23.05.2023)
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Novo - Volume 1.2 - 1991
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Novo - Volume 1.1 - 1988/1990
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LULU (versões mais antigas - com alguns textos em falta, entretanto descobertos. Tal já não acontece com as versões mais actuais, publicadas agora na Bubok - Portugal - ver acima)
Volume 1 - 1988/1991
Volume 2 - 1992/1994 (460 páginas, formato maior que A4)
Volume 3 - 1995 (336 páginas, formato maior que A4)
Volume 4 - 1996 (330 páginas, formato maior que A4)
Volume 5 - 1997 (630 páginas, formato maior que A4)
Volume 6 - 1998 (412 páginas, formato maior que A4)
Volume 7 - 1999 (556 páginas, formato maior que A4)
Volume 8 - 2000 (630 páginas, formato maior que A4)
Volume 9 - 2001 (510 páginas, formato maior que A4)
Volume 10 - 2002 (428 páginas, formato maior que A4)
Volume 11 - 2003 (606 páginas, formato maior que A4)
Volume 12 - 2004/2005 (476 páginas, formato maior que A4)
Concrete Colored Paint - And Now Here
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Audiofiles
Label : Nostalgie De La Boue [ndlb#218], Ivory Coast, 2026
Concrete Colored Paint is the moniker of the prolific Peter Kris of German
Army.
"...