Uma das editoras portuguesas mais activas, editando deste
o rock mais obscuro ao pop mais expressionista, passando pela música
electrónica e o novo jazz. Aqui, vamos precisamente fixar-nos nesta faceta, que
é a que nos interessa.
Falaremos de TÓ ZÉ FERREIRA, NUNO CANAVARRO, SEI MIGUEL.
Nesta etiqueta também editaram discos os TELECTU (CAMERATA ELETTRONICA) e
também se atreveram com PASCAL COMELADE (BEL CANTO).
TÓ ZÉ FERREIRA – Tem 25 anos, faz música electrónica e
foi uma das grandes revelações da 1ª Mostra Portuguesa de Artes e Ideias.
Tem editado, pela etiqueta AMA ROMANTA o disco “MUSICA DE
BAIXA FIDELIDADE”. – Música para computador.
TÓ ZÉ FERREIRA
Praceta Manuel Nunes Manique, 3 – 2º C
2750 – CASCAIS (PORTUGAL)
“Essencialmente sou um curioso, penso que as pessoas se
deveriam interessar pelas coisas. Há tantas maneiras de vê-las e, é isso que é
o mais importante. Não é dizer: eu penso isto, eu sou assim, tenho estas
ideias, tenho esta personalidade” e ficar-se por aí. Isso não, meu Deus”.
TÓ ZÉ FERREIRA, no Semanário BLITZ
NUNO CANAVARRO. – É um músico que apareceu no início da
década dos anos 80, como teclista do grupo STREET KIDS, com os quais gravou 3
singles e um LP. Estudou novas sonoridades juntamente com TÓ ZÉ FERREIRA no
Instituto de Sonologia de Utrecht, na Holanda. A sua primeira experiência como
produtor foi um maxi-single para o grupo MLER IFE DADA.
Tem apenas um LP gravado a solo e editado em Dezembro do
ano passado, intitulado “PLUX QUBA – MÚSICA PARA 70 SERPENTES”. Para a gravação
deste disco utilizou um sampler Mirage, um sintetizador Moog, um magnetofone de
oito pistas e microfones, além de um Walkman Sony.
SEI MIGUEL. – É um músico que pratica “novo jazz”. O seu
instrumento é a trompete de bolso. Tem editados dois LPs até agora, bem
diferenciados e com formações distintas, com um período de tempo muito curto
entre a edição de um e de outro.
“BREAKER”, o seu primeiro LP gravado directamente (live)
com um Sony WM D3 em 3 salas diferentes, entre Dezembro de 87 e Janeiro de 88. Influências BE-BOP. Temas como:
“BREAKER”, “THIRSTY?”, “THE MIRROR”, “KEY BLUES ABOUT BUILDINGS”, etc. … Acompanham
SEI MIGUEL (trompete de bolso), FALA MIRIAM (trombone), BRUNO RASCÃO e ALEX
GALLO (Guitarras), ZÉ NINGUÉM (saxofone), BRUNO NEXT e JOSÉ OLIVEIRA
(percussões).
“SONGS AGAINST LOVE AND TERRORISM” editado no início de
89. Como o anterior, gravado live em quatro salas diferentes. SEI MIGUEL com o
sexteto denominado “SANTOS DA CASA FM”; no seu som foram eliminados a bateria,
baixo e teclados, dando lugar a uma outra guitarra eléctrica, percussões
metálicas e tuba. Percebe-se um trio fundamental a destacar depois destes
álbuns; SEI MIGUEL e a sua respectiva trompete de bolso, BRUNO RASCÃO na
guitarra eléctrica e FALA MIRIAM no trombone de varas.
SEI MIGUEL
Rua das Chagas, 16 – 4º esq.
1200 LISBOA (Portugal)
AMA ROMANTA
c/o João Peste
Rua Coelho da Rocha, 46-1º D
1200 LISBOA (Portugal)
Estes discos estão disponíveis através do contacto da AMA
ROMANTA
Duo de flauta e percussões formado no ano de 1985 por
PAULA AZGUIME e MIGUEL AZGUIME.
MISO ENSEMBLE “Música para flauta e percussão” é o título
do primeiro LP desta nova editora independente “MISO PRODUÇÕES”, que tem
previsto, desde o início, dedicar-se às músicas improvisadas, sem esquecer a
áudiopoesia e outras experimentações alternativas. Mas vamos conhecer os MISO
ENSEMBLE e a sua editora discográfica um pouco mais a fundo, através da
entrevista efectuada a um dos seus responsáveis, MIGUEL AZGUIME, feita por
correio na Parede (Portugal) em 1.5.89
MISO ENSEMBLE
Rua do Douro, 92 r/c
REBELVA 2775 PAREDE (PORTUGAL)
ENTREVISTA
ROGELIO PEREIRA – Como surgiu a ideia do duo MISO
ENSEMBLE?
MISO ENSEMBLE – A ideia de formar um grupo de música
contemporânea, onde se desse especial importância à improvisação e exploração
de novas técnicas instrumentais, paralelamente à criação de composições
originais, foi o que esteve na origem dos MISO ENSEMBLE.
Baralhar as categorias demasiado definidas, misturar
públicos diversos num esforço de comunicação e divulgação da música
contemporânea, foi uma orientação constante dos MISO ENSEMBLE.
R. PEREIRA – Pensam seguir esta linha ou experimentarão
introduzir novos instrumentos?
MISO ENSEMBLE – Concretizando, sem mais demoras, a ideia
que levou à criação dos MISO ENSEMBLE, e principalmente por questões de tipo
financeiro, os MISO ENSEMBLE tornaram-se, ao final de 6 meses, num duo,
constituído por PAULA AZGUIME, flauta, e MIGUEL AZGUIME, percussão. Devido à
intensidade e originalidade da linguagem musical do duo, decidimos, a Paula e
eu, mantê-lo como a nossa principal actividade, não excluindo a hipótese de
realizar um trabalho paralelo com uma formação alargada, em função das
necessidades composicionais.
R. PEREIRA – São favoráveis à música feita com
instrumentos electrónicos?
MISO ENSEMBLE – Os instrumentos electrónicos são meras
ferramentas musicais como os outros instrumentos, e que, como tal, têm o seu
campo de liberdades (timbres, dinâmicas, frequências, cores, formas, luz …
ideias!). Movimentarmo-nos dentro desse campo e criar a música “perfeita”. Nos
MISO ENSEMBLE, ainda que não esteja excluída a hipótese de usarmos instrumentos
electrónicos, é sobretudo na extensão das técnicas instrumentais convencionais
e na criação de novas técnicas com instrumentos acústicos, assim como nas
possibilidades de relação entre a flauta e a percussão que o nosso trabalho
mais tem incidido.
R. PEREIRA – Quais são as músicas que os atraem mais
neste momento?
MISO ENSEMBLE – Todas, desde que sejam boas.
R. PEREIRA – Além do vosso trabalho como músicos, pensam
editar mais gente na vossa etiqueta? Podem adiantar-nos algo mais sobre os
vossos projectos futuros?
MISO ENSEMBLE – A MISO PRODUÇÕES está aberta a vários
tipos de propostas musicais, estando neste momento programados para sair quatro
discos: CARLOS ZÍNGARO – Violino solo. COLECTIVA – Grupo dirigido por CONSTANÇA
CAPDEVILLE. ANTÓNIO SAIOTE – Clarinete solo (obras de compositores
contemporâneos portugueses. PAULA AZGUIME – Flauta solo.
Os discos de CARLOS ZÍNGARO e de PAULA AZGUIME já se
encontram gravados, sendo o disco de CARLOS ZÍNGARO o próximo a ser editado.
Todos os discos são gravados digitalmente, mas ainda não sabemos se sairão em
vinilo ou compacto. Gostaríamos também de gravar e editar poesia, mas neste
momento não existem condições para concretizar esse projecto. A MISO PRODUÇÕES
conta com o apoio pontual do Mecenato de Empresas.
R. PEREIRA – Tens algum tipo de contacto em Espanha?
MISO ENSEMBLE – Infelizmente, ainda não. Estamos neste
momento a preparar uma tournée por Itália, e talvez fosse possível aproveitar
este facto para realizar algum concerto em Espanha.
Gostaríamos muito que ver reunidas as condições para um
encontro de músicos de várias áreas e intercâmbio musical de vários países, a
nível de concertos e/ou de edição discográfica.
R. PEREIRA – A vossa música serviu de suporte a algum
filme. Podem mencioná-lo?
MISO ENSEMBLE – Realizámos a música para dois filmes,
ambos de JOAQUIM PINTO, “Uma Pedra No Bolso” (1998) e “Onde Bate O Sol” (1989).
Trata-se de música especialmente composta para os filmes e não do
aproveitamento de material já existente.
R. PEREIRA – Estão dispostos a exportar a vossa música
para fora de Portugal?
MISO ENSEBLE – Contamos, a partir deste ano, realizar
concertos e distribuir os discos fora de Portugal.
R. PEREIRA – Durante o ano passado percorreram um monte
de kilómetros a visitar distintos lugares de Portugal. Como se desenrola, ao
vivo, um concerto vosso?
MISO ENSEMBLE – Os MISO ENSEMBLE têm em concerto uma
característica singular: A música transmitida directamente do artista para o
público, passando pelo instrumento / instrumentista. O acto de criação é
partilhado com o público em cada concerto, o que explica, possivelmente, a
invulgar capacidade de comunicar, comover e apaixonar.
Para cada concerto escolhemos o que vamos tocar em função
das condições acústicas da sala. Às vezes fazemos apenas duos, outras vezes
tocamos cada um de nós sobretudo peças solo, não existe uma regra definida. Os
instrumentos de percussão que utilizo não são sempre os mesmos, e o que
tocamos, Às vezes é completamente improvisado, outras vezes está rigorosamente
escrito. Para o prazer total de fazer música e o desafio renovado de comunicar,
evitamos a rotina.
R. PEREIRA – Podes explicar aos leitores que música se
pode ouvir no vosso disco e o que pretenderam com ela?
MISO ENSEMBLE – O disco foi gravado em concerto, em
digital, e diretamente para pistas stereo, não havendo nenhum tipo de
sobreposições, misturas ou tratamento de estúdio posterior. O resultado está
muito próximo de um concerto: música para flauta e percussão em que florescem
combinações sonoras que obedecem às exigências do nosso ritmo interior. A
música existe e é preciso escutá-la.
FACADAS NA NOITE é o nome de uma nova editora
independente, nascida em Agosto de 88 e estabelecida na cidade de Braga. Fruto
de vários projectos anteriores (programas de rádio VIOLET BLOOD e FACADAS, além
do fanzine “DIE NEUE SONNE”).
Os dois responsáveis do referido projecto são JORGE
PEREIRA (BRAGA) e JOSÉ MOURA, como colaborador em Lisboa.
JORGE PEREIRA começou a realizar programas de rádio, um
dos quais ainda em actividade, e que dá o título à editora. Aparte disso é um
dos responsáveis do fanzine “DIE NEUE SONNE” (o novo sol). Editaram até agora
quatro números, e neles se reflecte o movimento alternativo existente em
Portugal e do que vem de fora. Como editora de cassetes viram a luz até ao
momento duas edições: FNN 001 – HIST – “THE GREATEST HIST” K7. C-60 Agosto de
88 (Histeria de Imagens Sonoras com 15 temas desta banda de Setúbal (Lisboa),
formada por ABEL RAPOSO e EURICO COELHO.
“Música áspera, palavras cínicas. A intensidade dos seus
sons une-se a um cariz opressivo e visceral que não permitirá caracterizar a
música dos HIST como simple sonhos. Difíceis de definir, por isso recomendamos
que os escutem e depois de uma atenta audição, que cada um tire as suas
conclusões. A cassete vem acompanhada por um libreto onde podemos encontrar
notas acerca deste projecto, que hoje se encontra numa fase onde predomina o
sampler” (Comentário de JORGE PEREIRA)
FNN 002
“13 INCISÕES / THIRTEEN INCISIONS” K7 C-45. Março de 89. Edição Limitada
50 + 50 exemplares.
Compilação internacional com temas inéditos e enviados
exclusivamente para a editora.
VOMITO NEGRO (Bélgica), 3!TRUNCHEON (Bélgica), THE ICONS
OF NOISE (Inglaterra), SUICIDE COMMANDO (Bélgica), HIST (Portugal), LOS
HUMILLADOS (Espanha), LIQUID G. (Bélgica), DOMINION (USA), WHITE HOUSE WHITE
(Bélgica), A LAS VOLLGAS (Canadá).
(Ambas as cassetes são embaladas numa caixa de vídeo VHS
com libretos informativos no interior).
CONTEÚDO DOS FANZINES “DIE NEUE SONNE”
Nº 1 – Com BOURBONESE QUALK (Entrevista + artigo), MÃO
MORTA, COGOL LER ET LA HORDE, THE SISTERS OF MERCY, METAL ON METAL (Crónica
industrial), ARTE TOTAL (editoras independentes), EYELESS IN GAZA (entrevista),
NICK CAVE.
Nº 2 – Com EINSTURZENDE NEUBAUTEN, THE BONAPARTES, RATOS
DE PORÃO, THE JESUS AND MARY CHAIN, ARTE TOTAL (editoras independentes),
PARALISIS PERMANENTE, ROCK NO CORAÇÃO DAS TREVAS, GURU PARAPLÉGICO, ICONOCLASTA
(entrevista)
Nº 3 –
BIG BLACK, JOHNSON ENGINEERING, FRON LINE (entrevista), CURRENT 93, DOSSIER JOY
DIVISION, CLUB MORAL, THE GODFATHERS, SIGLO XX, HENRY ROLLINS, MÃO MORTA
(entrevista), HIST, THE KLINIK.
Nº 4 –
HIST (entrevista) THE BUTTHOLE SURFERS, FACADAS NA NOITE, POESIE NOIRE, ACHWGA
NEY WODEI, WISEBLOOD, LA FURA DEL BAUS, SWANS, SKINNY PUPPY, LES FLEURS DU MAL.
Os próximos projectos da FACADAS são uma cassete do grupo
de Barcelona LOS HUMILLADOS, uma compilação portuguesa (INSÓNIA), os franceses
TUATHA DE DANNAN (Ecletique) e outras surpresas…
A FACADAS NA NOITE será distribuída em França pela “Front
de L’Est” e em Espanha pela “Músicas de Regimen”.
Para conhecer mais detalhes sobre a FACADAS NA NOITE fiz
a um dos seus responsáveis, JORGE PEREIRA, a entrevistaseguinte, por correio, em
Abril de 89.
ROGELIO PEREIRA – A FACADAS NA NOITE nasceu como um
programa de rádio que realizas. Desde quando? Que tipo de música passas nesse
programa?
JORGE PEREIRA – Comecei a fazer um programa de rádio em
1986, chamado “VIOLET BLOOD” (Sangue Violeta) com um amigo, até que,
posteriormente, em 87, iniciei a “FACADAS NA NOITE”, programa ainda mais
selectivo e radical. O tipo de música que passava no programa era basicamente
temático, acompanhado por múltiplos apontamentos informativos e críticas de
grupos, editoras, etc. Assim, “VIOLET BLOOD”, que era um programa com um
horizonte mais amplo e menos limitado preocupava-me em passar grupos que faziam
desde música electrónica até projectos mais ácidos e “noise”. NURSE WITH WOUND, DEATH IN JUNE, CHROME,
CURRENT 93, SWANS, BUTTHOLE SURFERS, SCRATCH ACID, SONIC YOUTH, BIRTHDAY PARTY.
(Era um programa de rádio muito aberto). Com o nascimento de FACADAS NA
NOITE, passei a pôr mais música electrónica e experimental e nomes como:
BOURBONESE QUALK, MUSLINGAUZE, COIL, PSYCHIC TV, FRONT LINE ASSEMBLY, AVANT
DERNIÉRES PENSÉES, ORFEON GAGARIN, THE KLINIK, VZYADOG MOE, etc. … (desde
grupos mais acessíveis a nomes menos conhecidos)
ROGELIO PEREIRA – A que se dedica o fanzine “DIE NEUE
SONNE”?
JORGE PEREIRA - O fanzine “DIE NEUE SONNE” como é feito
por pessoas com gostos muito diferentes, reflectia esses mesmos gostos e
divulga tanto grupos electrónicos como industriais e outros estilos.
De qualquer forma, planeio lançar o 5º número só com
material muito radical, e já estou a trabalhar nele.
ROGELIO PEREIRA – Têm projectado editar por vossa conta
cassetes do que se faz em Portugal no terreno experimental-electrónico?
JORGE PEREIRA – As nossas edições, até agora, estão
bastante ligadas à música electrónica-industrial e estamos a planear editar
grupos como ERU EU WAU WAU, HAZDAM (linha THROBBING GRISTLE), IK MUX, FRONT
LINE PRODIG, todos grupos electrónicos portugueses. Além disso o grupo L’Ego
(membros dos HIST) com material muito interessante, outros nomes como os
HOSPITAL PSIQUIÁTRICO (influências de E. NEUBAUTEN), RUA DO GIN (FOETUS),
ELECTRODOMESTICOS (CABARET VOLTAIRE dos seus primeiros anos), TELECTU, OCASO
´PICO, PROYECTO G, e outros… São alguns dos projectos que começaremos a editar
num futuro próximo, ainda que de momento estejamos em contactos com a maioria
deles.
As edições de FACADAS NA NOITE serão sempre feitas em
cassetes áudio com boa apresentação, numeradas e de edição limitada,
acompanhadas por livretes com informação sobre as bandas, em edição bilíngue
(Português-Inglês) e dentro de caixas de vídeo VHS.
A primeira edição foi a cassete “THE GREATEST HIST” dos
HIST e contém material antigo, gravado ao vivo com poucos meios e gravada entre
1983/85.
Os HIST estão agora a trabalhar com mais e melhores meios
e vão ser incluídos numa compilação em vinilo para a editora belga “CLIMAX
PRDUCTIONS”. Têm composto novo material já preparado para ser editado pela
FACADAS proximamente.
A segunda das cassetes é a compilação “13 INCISÕES”, que
contém material diverso, quase todo gravado em exclusivo para a nossa editora.
Planeamos também o lançamento de um catálogo de
distribuição e fazer algo similar ao que faz a SYNTORAMA, e queríamos contar
com material distribuído pela SYNTORAMA, FUSION DE PRODUCCIONES, ESPLENDOR
GEOMETRICO e outras etiquetas alternativas espanholas.
ROGELIO PEREIRA – Como têm respondido os portugueses a
esta série de alternativas?
JORGE PEREIRA – Os interessados em música electronic em
Portugal não são muitos, ainda que tenham vindo a aumentar. Trata-se de uma
elite, que começaram a ouvir bandas como os CURRENT 93, COIL, IN THE NURSERY,
etc. e depois procuram aprofundar conhecimentos e acabam por entrar em contacto
com outro tipo de projectos, normalmente mais radicais e mais electrónicos.
JORGE PEREIRA responsável da FACADAS NA NOITE está
interessado no intercâmbio de discos, cassetes, fanzines e outros produtos
alternativos.
O seu contacto é:
FACADAS NA NOITE
C/o JORGE PEREIRA
APARTADO 1058
4700 BRAGA (PORTUGAL)
!! ÚLTIMA HORA !!
FNN 003 – JARDIM DO ENFORCADO – “ONDE OS CAIXÕES BROTAM
COMO FLORES…”
O presente artigo, versando a editora portuguesa SPH, que atingiu alguma notoriedade, nacional e internacional, no início os anos 90, faz parte do fanzine Eletric Shock Treatment, número 4.
K7 que acompanhava o fanzine Portal da Gafaria, fanzine esse que já foi referenciado e escalpelizado num dos posts anteriores (não há muito temopo)
ECOS DO TROINO (by Portal da Gafaria)
Lado A LUDWIG VAN A1. Claustrofobia - 2'40" A2. Céu - 3'45" A3. Voodoo - 2'15" A4. Luz - 2'00" L'EGO A5. Zona - 4'00" A6. Esfregas Nos Olhos O Sol - 4'00" A7. The Hole - 3'10" C.S.C.F. A8. Fuck Me - 3'15" A9. Sprint - 3'10"
Lado B CRONIAMANTAL B1. Rotor (Inerta) - 4'20" B2. Litania - 4'20" B3. Coda - 4'10" KRAFTIGEN KLANG B4. White Flesh - 2'55" B5. Gardens Of Distortion - 2'35" B6. The Hunt - 3'40" ERROS ALTERNADOS B7. Ibernar - 2'30" B8. Pontas.Acres - 3'00"
Misturas: Primitive Music Capas: M. Dias / E. Duarte Ano: 1992 1ª Edição
Arcane Device "Interrogator" Label: Tragic Figures – TFT020 Format: Cassette, Album, Limited Edition, C40 Country: Portugal Relea...
Escritos de Fernando Magalhães em Livro
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Novo - Volume 1.1 - 1988/1990
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LULU (versões mais antigas - com alguns textos em falta, entretanto descobertos. Tal já não acontece com as versões mais actuais, publicadas agora na Bubok - Portugal - ver acima)
Volume 1 - 1988/1991
Volume 2 - 1992/1994 (460 páginas, formato maior que A4)
Volume 3 - 1995 (336 páginas, formato maior que A4)
Volume 4 - 1996 (330 páginas, formato maior que A4)
Volume 5 - 1997 (630 páginas, formato maior que A4)
Volume 6 - 1998 (412 páginas, formato maior que A4)
Volume 7 - 1999 (556 páginas, formato maior que A4)
Volume 8 - 2000 (630 páginas, formato maior que A4)
Volume 9 - 2001 (510 páginas, formato maior que A4)
Volume 10 - 2002 (428 páginas, formato maior que A4)
Volume 11 - 2003 (606 páginas, formato maior que A4)
Volume 12 - 2004/2005 (476 páginas, formato maior que A4)
Concrete Colored Paint - And Now Here
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Label : Nostalgie De La Boue [ndlb#218], Ivory Coast, 2026
Concrete Colored Paint is the moniker of the prolific Peter Kris of German
Army.
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